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Cuidados paliativos: Medicina e humanização de mãos dadas.

A medicina possui muitos desafios em prol não apenas do restabelecimento da saúde do paciente, mas também do seu bem-estar. E isso significa que não apenas é preciso investir em tecnologia, mas também no lado humano do atendimento. Pouco discutida publicamente, mas extremamente importante em casos clínicos que extrapolam as possibilidades de tratamento, a medicina de Cuidados Paliativos vem ganhando cada vez mais destaque ao proporcionar a pacientes no fim da vida e aos seus familiares o conforto e a dignidade necessárias para enfrentar a fase. Segundo a Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), organização formada por médicos especialistas na área, no Brasil, iniciativas isoladas e debates já aconteciam nos anos 1970, mas foi apenas a partir da década de 1990 que começaram a surgir as primeiras iniciativas, ainda experimentais, dentro da especialidade. Em 2002, em São Paulo, surgiu a primeira enfermaria de Cuidados Paliativos, no Hospital do Servidor Público Estadual.

Apesar do crescimento do interesse e da procura na área, a ANCP pontua que ainda há desinformação sobre o tema. O que são, então, os Cuidados Paliativos? “Os Cuidados Paliativos foram definidos pela Organização Mundial de Saúde em 2002 como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida. Para tanto, é necessário avaliar e controlar de forma impecável não somente a dor, mas, todos os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual”, informa a ANCP.
Para que seja completo e cumpra sua função, segundo a ANCP, o tratamento deve “reunir as habilidades de uma equipe multiprofissional para ajudar o paciente a adaptar-se às mudanças de vida impostas pela doença, e promover a reflexão necessária para o enfrentamento da condição de ameaça à vida para pacientes e familiares”. Ainda de acordo com a organização, a equipe mínima para esse tipo de tratamento deve ser composta por médico, enfermeiro, psicólogo, assistente social e pelo menos um profissional da área de reabilitação, definido de acordo com a necessidade do paciente.

Em Belo Horizonte, a Captamed é uma das referências na medicina de Cuidados Paliativos, levando para o ambiente domiciliar opções que proporcionem bem-estar ao paciente. Para isso, oferece equipe interdisciplinar com foco na melhora da qualidade de vida dos pacientes e seus familiares frente aos problemas associados a terminalidade. O tratamento consiste na prevenção e alívio do sofrimento, identificando, avaliando e tratando todos os sintomas além dos problemas psicossociais e espirituais.